#1 – Falando sobre raças: de cães – Sharpei!

Olá pessoal! Bom dia!!

Esse é o primeiro post aqui dessa categoria Falando Sobre Raças e queria compartilhar com vocês raças de vários animais e gostaria de pedir sugestões à vocês para que me enviem por aqui, por email, sobre o que vocês gostariam de saber e compartilhar também.

Essas postagens dessa categoria não serão para incentivar compra de animais, apenas para conhecimento, caso alguém queria comprar alguma raça específica de animal e tenha alguma dúvida ou curiosidade.

E a primeira raça de cão que eu gostaria de abordar com vocês é a Sharpei, aqueles cães fofos que parecem estar cheio de “pneus” pelo corpinho hehehe.

Shar-Pei1

 

Shar-Pei2

*Apesar de dados incertos sobre sua origem, o shar pei provavelmente surgiu nas províncias do sul da China há centenas de anos. A dificuldade em traçar o surgimento da raça se deve pelo fato de o shar pei ter sido quase extinto, juntamente com os registros da sua história, em função da perseguição causada após a implementação do regime comunista. Naquela época, a raça era utilizada pelos camponeses como cão de guarda. Bastante confiante e independente, é uma raça muito apegada à família, relacionando-se muito bem inclusive com crianças. Reservado, desconfia de estranhos e não gosta de viver o tempo todo ao ar livre. As dobras de sua pelem característica marcante da raça, exigem cuidados especiais diários para que não sofra irritações.

*Expectativa de vida: até 10 anos.

*Altura: 44 a 51 cm.

*Peso: 18 a 25 kg.

*Dono ideal: Aquele que sabe disciplinar cães desde filhote (a raça não é indicada para proprietários inexperientes e adora atenção e ficar perto do seio familiar).

*Escovação: Semanal.

Shar-Pei3

Gente, e então, o que vocês acharam dessa raça? Eu adoro, não conheço ninguém que tenha, mas deve ser uma delícia dormir agarrado com um cãozinho desse hehehe!

Sabem mais informações? Compartilhem aqui também!

Imagens: Google imagens.

Fonte: Revista Top Cães – Anuário 2015 – Ed. 4 – Pag. 77

Revista Melhor Amigo – Ano 1 – n 10 – Pag. 37